Informámos os nossos amigos que angariamos 761€ com o Jantar de Aniversário da AIA.
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Tratamento de sintomas de autismo com vermes
Trata-se de uma técnica médica que muitos tem relutância em seguir, mas que lentamente está a provar ser uma mais valia no tratamento de doenças auto-imunes - ingerir os ovos de vermes parasitas Tricurídeos (Trichuris suis ova),
Parte do princípio de que tudo o que é prejudicial ao nosso organismo pode estar a proteger o sistema imunológico.
As doenças auto-imunes praticamente só existem nos países onde os hábitos de higiene estão instalados.
"Existe alguma evidência no autismo de que alguns indivíduos podem ter tido uma activação do sistema imunológico materno - a resposta inflamatória é activado durante a gravidez", disse Hollander, que em relação a esta técnica aplicada a um paciente com sintomas de autismo, disse: "com base no facto de que esta criança teve uma melhora substancial - não curou o autismo, mas teve um grande impacto sobre os comportamentos repetitivos e perturbadores".
Notícia AQUI
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
O que aprendi com os meus irmãos autistas
Faith Jegede conta-nos a história comovente e engraçada de crescer com os seus dois irmãos, ambos autistas -- e ambos extraordinários. Nesta conversa da TED Talent Search [TED Procura de Talentos], Faith lembra-nos de procurarmos uma vida fora do normal.
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domingo, 13 de janeiro de 2013
Jantar de Aniversário da AIA
Cerca de 150 dos nossos amigos estiveram ontem connosco a celebrar o 3º aniversário da nossa Associação.
Muitos mais não puderam estar connosco, mas sabemos que podemos contar com eles
Como é bom termos os nossos amigos a nosso lado...
E os PRS animaram e bem a nossa festa.
"Todos os dias, penso
Nos meus amigos e amigas,
Não estás acima,
Nem abaixo nem no meio,
Não encabeças
Nem concluís a lista.
Não és o número um
Nem o número final.
E tão pouco tenho
A pretensão de ser
O primeiro
O segundo
Ou o terceiro
Da tua lista.
Basta que me queiras como amigo"
Excerto do "Poema aos Amigos" de Jorge Luís Borges
Gratos por serem nossos AMIGOS
Gratos por serem nossos AMIGOS
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Progresso em Autismo
Por Alysson Muotri
É comum familiares de pessoas afetadas com algum tipo de síndrome acharem que a ciência anda muito devagar. Uma vez um pai perguntou: “se conseguimos colocar um homem na Lua, por que não conseguimos curar de vez o autismo?”. Essa percepção reflete a demora que temos em transferir o conhecimento gerado dentro dos laboratórios para a clínica. Isso é ainda mais vagaroso em doenças que envolvem crianças, pois o teste clínico muitas vezes requer uma série de regulações éticas que servem para proteger os pacientes de um eventual efeito colateral.
No entanto, vejo o momento oportuno e sou otimista quanto a futuras terapias. O progresso científico nos últimos tempos tem sido fantástico, mesmo com crises económicas afetando as maiores potências científicas mundiais. Tomemos o exemplo do ano passado e das pesquisas com síndromes do espectro autista.
Pelo “PubMed” (portal de busca de trabalhos biomédicos), foram publicados mais de mil artigos sobre a genética e estrutura cerebral de pacientes autistas, número três vezes superior ao mesmo período de tempo de uma década atrás. Tem muita informação nova chegando, com técnicas cada vez mais sofisticadas.
Aprendemos, por exemplo, que é possível observar diferenças no padrão de EEG (eletroencefalografia) em crianças autistas antes do primeiro ano de idade. Detecção precoce significa possibilidade de intervenção precoce. De fato, estudos de 2012 confirmaram que autistas em terapia intensiva tiveram mais que o dobro de melhora comportamental do que aqueles que receberam apenas tratamentos tradicionais, com alguns casos de pacientes até saindo do espectro autista.
Continuamos não sabendo o que causa o autismo. A alta concordância em estudos envolvendo gêmeos idênticos e a associação com outras síndromes genéticas, como a síndrome de Rett, tem confirmado as bases genéticas do autismo e levado a buscas por alterações genômicas em famílias com pacientes autistas. Com o custo do sequenciamento diminuindo, o número de trabalhos nessa área tem crescido exponencialmente.
O que descobrimos é infinitamente mais complexo do que imaginávamos alguns anos atrás, com centenas de genes implicados. Muitos dos genes descobertos estão também presentes em outras condições, como em esquizofrenia e epilepsia. Variações genéticas estão presentes em pelo menos 25% das crianças, mas nenhuma dessas variações contribui com mais de 1-2% de casos e muitas são alterações particulares, ou seja, aparecem em apenas uma criança.
Uma das descobertas mais curiosas é a alta frequência de mutações espontâneas. Essas alterações genéticas não estão presentes no genoma dos pais e, portanto, não seriam hereditárias, mas surgem espontaneamente antes ou no momento da concepção. Algumas alterações genéticas podem acumular no genoma do esperma do pai e aumentar de frequência com o passar dos anos devido a replicação de células progenitoras de espermatozoides.
Pais com mais de 40 anos tem um maior número de mutações e correm um risco significativamente mais elevado de gerar uma criança com autismo quando comparados com pais com menos de 30 anos.
E as causas ambientais? Diversos fatores, como exposição a poluição, pesticidas e antidepressivos têm sido propostos como fatores de risco. A maioria dos estudos baseia-se na exposição da mãe durante a gestação. Muitos desses trabalhos são ainda preliminares devido ao pequeno número amostral. De qualquer forma, grande parte dos cientistas assume que os fatores ambientais interferem com a suscetibilidade genética, mas sabemos muito pouco como isso acontece.
Casos de mutações específicas de famílias de autistas, alterando vias metabólicas conhecidas, como degradação de aminoácidos, sugerem que dietas alimentares podem ser benéficas no tratamento de algumas formas de autismo. Esses estudos nos lembram que doenças genéticas muitas vezes podem ser corrigidas pelo ambiente, ou seja, podem ser reversíveis. Algo impensável há poucos anos. De fato, muitos pesquisadores já concordam com o conceito da reversibilidade e isso tem atraído mais e mais interesse de outros grupos de pesquisa e da indústria farmacêutica (ainda tímida, mas interessada).
De acordo com dados epidemiológicos, o autismo afeta hoje em dia 1 em cada 88 crianças, um aumento de 78% desde 2002. O motivo desse aumento ainda é um mistério, mas, com certeza. melhorias no diagnóstico contribuem para esse acréscimo. Independente das causas, cerca de 1% das crianças afetadas é algo que merece urgência. Se o número de crianças autistas está crescendo realmente, quais seriam os fatores ambientais responsáveis por isso?
A ausência de um agente tóxico óbvio ou mesmo um micro-organismo torna a busca pelas causas do autismo muito difícil. Precisamos olhar com mais atenção, especialmente as pistas que estão surgindo ultimamente. Muitos especialistas acreditam que a exposição pré-natal seria um período critico. Observações recentes de que o cérebro sofre diversas modificações durante o primeiro ano de vida, muito antes dos efeitos comportamentais, suportam essas ideias e são consistentes com esse período de risco. Porém, dados em camundongos sugerem que o período crítico não seria tão essencial como se tem pensado, contrastando com essa teoria. Mas camundongos não são humanos e o argumento continua válido.
Existem milhares de questões a serem respondidas sobre o autismo e tenho percebido um crescente interesse da comunidade científica. O debate sobre o autismo é frequentemente contencioso: uns veem o autismo como uma doença, alguns como uma lesão e outros como identidade. Esse debate é importante pois coloca o autismo na mídia, diminuindo o preconceito e pressionando a classe política por mais recursos para pesquisa. O importante é que muitos pesquisadores agora enxergam o autismo como uma forma de “insight”, ensinando cientistas de diversas áreas sobre genética, evolução, neurociência e comportamento. Seja qual for sua posição, estamos vivendo um período de intenso progresso cientifico que irá, certamente, beneficiar a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares.
É comum familiares de pessoas afetadas com algum tipo de síndrome acharem que a ciência anda muito devagar. Uma vez um pai perguntou: “se conseguimos colocar um homem na Lua, por que não conseguimos curar de vez o autismo?”. Essa percepção reflete a demora que temos em transferir o conhecimento gerado dentro dos laboratórios para a clínica. Isso é ainda mais vagaroso em doenças que envolvem crianças, pois o teste clínico muitas vezes requer uma série de regulações éticas que servem para proteger os pacientes de um eventual efeito colateral.
No entanto, vejo o momento oportuno e sou otimista quanto a futuras terapias. O progresso científico nos últimos tempos tem sido fantástico, mesmo com crises económicas afetando as maiores potências científicas mundiais. Tomemos o exemplo do ano passado e das pesquisas com síndromes do espectro autista.
Pelo “PubMed” (portal de busca de trabalhos biomédicos), foram publicados mais de mil artigos sobre a genética e estrutura cerebral de pacientes autistas, número três vezes superior ao mesmo período de tempo de uma década atrás. Tem muita informação nova chegando, com técnicas cada vez mais sofisticadas.
Aprendemos, por exemplo, que é possível observar diferenças no padrão de EEG (eletroencefalografia) em crianças autistas antes do primeiro ano de idade. Detecção precoce significa possibilidade de intervenção precoce. De fato, estudos de 2012 confirmaram que autistas em terapia intensiva tiveram mais que o dobro de melhora comportamental do que aqueles que receberam apenas tratamentos tradicionais, com alguns casos de pacientes até saindo do espectro autista.
Continuamos não sabendo o que causa o autismo. A alta concordância em estudos envolvendo gêmeos idênticos e a associação com outras síndromes genéticas, como a síndrome de Rett, tem confirmado as bases genéticas do autismo e levado a buscas por alterações genômicas em famílias com pacientes autistas. Com o custo do sequenciamento diminuindo, o número de trabalhos nessa área tem crescido exponencialmente.
O que descobrimos é infinitamente mais complexo do que imaginávamos alguns anos atrás, com centenas de genes implicados. Muitos dos genes descobertos estão também presentes em outras condições, como em esquizofrenia e epilepsia. Variações genéticas estão presentes em pelo menos 25% das crianças, mas nenhuma dessas variações contribui com mais de 1-2% de casos e muitas são alterações particulares, ou seja, aparecem em apenas uma criança.
Uma das descobertas mais curiosas é a alta frequência de mutações espontâneas. Essas alterações genéticas não estão presentes no genoma dos pais e, portanto, não seriam hereditárias, mas surgem espontaneamente antes ou no momento da concepção. Algumas alterações genéticas podem acumular no genoma do esperma do pai e aumentar de frequência com o passar dos anos devido a replicação de células progenitoras de espermatozoides.
Pais com mais de 40 anos tem um maior número de mutações e correm um risco significativamente mais elevado de gerar uma criança com autismo quando comparados com pais com menos de 30 anos.
E as causas ambientais? Diversos fatores, como exposição a poluição, pesticidas e antidepressivos têm sido propostos como fatores de risco. A maioria dos estudos baseia-se na exposição da mãe durante a gestação. Muitos desses trabalhos são ainda preliminares devido ao pequeno número amostral. De qualquer forma, grande parte dos cientistas assume que os fatores ambientais interferem com a suscetibilidade genética, mas sabemos muito pouco como isso acontece.
Casos de mutações específicas de famílias de autistas, alterando vias metabólicas conhecidas, como degradação de aminoácidos, sugerem que dietas alimentares podem ser benéficas no tratamento de algumas formas de autismo. Esses estudos nos lembram que doenças genéticas muitas vezes podem ser corrigidas pelo ambiente, ou seja, podem ser reversíveis. Algo impensável há poucos anos. De fato, muitos pesquisadores já concordam com o conceito da reversibilidade e isso tem atraído mais e mais interesse de outros grupos de pesquisa e da indústria farmacêutica (ainda tímida, mas interessada).
De acordo com dados epidemiológicos, o autismo afeta hoje em dia 1 em cada 88 crianças, um aumento de 78% desde 2002. O motivo desse aumento ainda é um mistério, mas, com certeza. melhorias no diagnóstico contribuem para esse acréscimo. Independente das causas, cerca de 1% das crianças afetadas é algo que merece urgência. Se o número de crianças autistas está crescendo realmente, quais seriam os fatores ambientais responsáveis por isso?
A ausência de um agente tóxico óbvio ou mesmo um micro-organismo torna a busca pelas causas do autismo muito difícil. Precisamos olhar com mais atenção, especialmente as pistas que estão surgindo ultimamente. Muitos especialistas acreditam que a exposição pré-natal seria um período critico. Observações recentes de que o cérebro sofre diversas modificações durante o primeiro ano de vida, muito antes dos efeitos comportamentais, suportam essas ideias e são consistentes com esse período de risco. Porém, dados em camundongos sugerem que o período crítico não seria tão essencial como se tem pensado, contrastando com essa teoria. Mas camundongos não são humanos e o argumento continua válido.
Existem milhares de questões a serem respondidas sobre o autismo e tenho percebido um crescente interesse da comunidade científica. O debate sobre o autismo é frequentemente contencioso: uns veem o autismo como uma doença, alguns como uma lesão e outros como identidade. Esse debate é importante pois coloca o autismo na mídia, diminuindo o preconceito e pressionando a classe política por mais recursos para pesquisa. O importante é que muitos pesquisadores agora enxergam o autismo como uma forma de “insight”, ensinando cientistas de diversas áreas sobre genética, evolução, neurociência e comportamento. Seja qual for sua posição, estamos vivendo um período de intenso progresso cientifico que irá, certamente, beneficiar a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares.
Fonte AQUI
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
domingo, 16 de dezembro de 2012
Jantar de Natal da Família
Decorreu ontem o nosso jantar de Natal, muito animado, como sempre....
Com o passar dos anos, a família vai aumentando...
Com o passar dos anos, a família vai aumentando...
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sábado, 8 de dezembro de 2012
"Juntos por Braga" visitam a AIA
No passado dia 6/12 tivemos a visita às nossas instalações (Palmeira e R. do Loureiro) do Dr. Ricardo rio (que já tinha marcado presença no "Jantar de Solidariedade") e da Dra. Filomena Bordalo, autarcas da coligação "Juntos por Braga", onde se inteiraram do nosso trabalho, dificuldades e projectos futuros.
Registamos aqui também o momento "ternurento" do abraço do José Francisco à Dra Filomena.
Em Berlim: Autistas consultores de TI
Autistas com síndrome de Asperger são muitas vezes bem qualificados, mas não encontram emprego. No Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, o caso dos autistas ilustra bem um potencial pouco explorado no mercado.
Na maioria das vezes, eles possuem bons conhecimentos profissionais, podem pensar de forma lógica e analítica e têm boa capacidade de concentração – mesmo em tarefas que precisam ser repetidas várias vezes. Eles são detalhistas, precisos e têm um alto padrão de qualidade. Mas nem sempre as empresas correrem atrás de tais empregados.
Por volta de 250 mil autistas com a síndrome de Asperger vivem na Alemanha. Trata-se de uma forma mais branda do autismo, cujos portadores possuem as qualidades acima mencionadas. Apesar disso, eles são frequentemente classificados como inaptos para trabalhar pela Agência Federal do Trabalho alemã.
Somente 15% das pessoas com a síndrome de Asperger têm um trabalho normal. O motivo é que elas têm problemas para se integrar num ambiente social de trabalho. Fica difícil atender às exigências das empresas: espírito de grupo, sensibilidade em lidar com outras pessoas e habilidade de comunicação.
Continue a ler a notícia AQUI
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sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Irmãos: As vítimas invisíveis do Autismo
"O autismo não é apenas uma crise de saúde, é uma crise familiar que afecta todos os membros. Por vezes, o impacto sobre os irmãos pode ser positivo. Ciente de sua comparativa boa sorte, estes irmãos foram inclinados durante anos para o sacrifício e amadurecimento. Anos mais tarde, a maioria estava preparado para assumir plena responsabilidade por irmãos adultos, e muitos entram numa série de profissões sociais. Mas até reconhecermos os efeitos colaterais do autismo, e atendermos às necessidades especiais de toda a família, não vamos estar realmente lutando com o impacto de longo alcance, mas muito profundamente sentido, desta desordem."
Na Time
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Jantar Solidário
Jantar de Solidariedade a favor da AIA
1 de Dezembro pelas 20h.Colunata Eventos.
30 Abraços - à venda na AIA
Informações - 253603400
APOIOS
Colunata Eventos
Criarte Atelier
Gráfica Galo
CMsock´s
Quinta do Barco
Nas instalações da Segurança Social de Braga
Ontem (27/11) foi-nos autorizada a colocação de uma banca da AIA nas instalações da Segurança Social de Braga, para mais uma acção de sensibilização e divulgação do autismo, e angariação de fundos com a venda dos nossos produtos.
O nosso agradecimento ao Director da Segurança Social de Braga, Dr. Rui Barreira.
domingo, 25 de novembro de 2012
Olhar o Autismo
Formato: Palestra
Tema: Olhar o Autismo: A importância da abordagem pluridisciplinarOrador: Eduardo Ribeiro (AIA)
Local: Biblioteca Municipal de Cuba
Data: 3/12/2012
Horário: 18:00
Sinopse: No âmbito das comemorações do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência pretende-se:
-Esclarecer a comunidade educo terapêutica , local e regional, para a problemática do Autismo e dos diferentes tipos que esta perturbação pode apresentar;
- Promover junto da comunidade (destinatários) , um momento de reflexão e aprendizagem, conducente a uma mais adequada intervenção pluridisciplinar, em contexto escolar;
- Contribuir para um maior conhecimento dos modelos de intervenção com alunos que apresentam perturbações do espectro autista.
Destinatários: Professores, educadores, terapeutas, psicólogos, assistentes técnicos e operacionais, encarregados de educação e estudantes das áreas de Educação, psicologia e saúde.
Custo: Gratuito mas sujeito a inscrição
Inscrições: Até dia 30/11, limitada ao número de lugares, para 284419929 / 967899617 ou por e-mail para naee.aecuba@gmail.com ou diretor@aecuba.pt
Organização: Departamento do Serviço Especializado de Apoio do Agrupamento de Escolas de Cuba
terça-feira, 6 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
11 de Novembro de 2012
Ao fazeres a tua inscrição para o "Passeio de Bicicleta Solidário" AQUI, inscreve-te para participares no nosso Arraia de S. Martinho. Assim mantens a pedalada e só paras na Quinta das Japoneiras em Senelhe.
A partir das 12:30 podes degustar a sande de "porco assado" (no local), por 2,50 castanhas/unidade e podes contar com uma "tasquinha" onde poderás encontrar um arroz de feijão vermelho, petiscos variados, caldo verde e bebidas.
Para que a digestão seja boa, vai haver muita diversão, como podes ver no Cartaz.
Sabes que com a AIA a diversão é garantida e estás a apoiar uma nobre causa.
domingo, 21 de outubro de 2012
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