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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Suster a respiração na Perturbação de Rett



Um grupo de investigadores da Universidade de Bristol isolou a causa potencial que leva a acontecimentos fatais devido à sustenção da respiração associados à perturbação de Rett, uma perturbação do espectro autista. Usando uma combinação única de drogas, eles descobriram que a área do cérebro que permite a respiração persistir ao longo da vida, sem interrupções, tem níveis reduzidos de uma substância chamada ácido aminobutírico transmissor.

A síndrome de Rett é uma perturbação do desenvolvimento do cérebro que afecta cerca de 1 em 10.000 jovens raparigas. Um dos piores distúrbios clínicos que acontecem são os episódios intermitentes de suster a respiração, colocando o paciente em risco de asfixia e ainda provocando danos cerebrais. Outras alterações incluem movimentos repetitivos com as mãos, problemas digestivos e intestinais, convulsões, dificuldade de aprendizagem com a falta de habilidades verbais e retraimento social, tornando-a uma doença completamente incapacitante.
"Estes resultados são um passo significativo na nossa compreensão das razões pelas quais a respiração é intermitente na síndrome de Rett e dar esperança para de futuro aliviar as raparigas dessa vida terrível com a ameaça dos episódios de suster a respiração, que lhes acontece regularmente ao longo do dia" disse o Professor Julian Paton

quinta-feira, 8 de julho de 2010

KM - 391


Um novo medicamento para tratamento das Perturbações do Espectro do Autismo, km-391, foi anunciado pela empresa Cellceutix que visa actuar ”sobre a falta de serotonina neonatal e a reduzida plasticidade do cérebro, que são as principais características observadas no autismo”.
O CEO da empresa, George Evans, referiu que o “autismo é uma condição em existe perda de certas funções cerebrais, as quais levam a problemas de comportamento, A actual investigação científica direcciona-nos para alguns aspectos. O primeira aspecto é a plasticidade do tecido cerebral, o segundo aspecto são as ligações nervosas no cérebro, e a terceira coisa é a produção uniforme de serotonina, que em conjunto tem um impacto significativo na evolução e grau de severidade do autismo em qualquer indívíduo em particular.”
A FDA (Food and Drugs Administration – USA) ainda não aprovou nenhum medicamento para o autismo e a Cellceutix espera vir a ser a primeira companhia a ver um medicamento aprovado que altere para sempre o rosto das perturbações do espectro do autismo,

Notícia completa aqui