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domingo, 12 de junho de 2011
Parceria é a chave para identificar crianças em risco de autismo
O trabalho em equipe é a chave para identificar crianças em risco para transtorno síndrome do autismo. Uma nova pesquisa da Universidade de Utah mostra que uma parcela significativa de crianças em risco entre 14-24 meses, pode ser identificado através de um rastreio sistemático por especialistas em autismo e pediatras que trabalhem em conjunto.
Os pais e os prestadores de cuidados de saúde nem sempre podem dizer quando os bebés exibem sinais de perturbações do espectro do autismo (PEA), mas uma nova pesquisa da Universidade de Utah mostra que uma parcela significativa de crianças em risco entre os 14-24 meses podem ser identificados através do rastreio sistemático e trabalho conjunto entre especialistas em autismo e prestadores de saúde.
Identificar crianças com PEA o mais cedo possível é fundamental para a intervenção precoce que pode melhorar a sua vidas e a sua capacidade de funcionar no mundo.
Mas a forma sistemática para fazer isso não foi estabelecida, de acordo com o autor principal do estudo publicado recentemente na revista Pediatrics, a Professora Judith Miller, que trabalha no Hospital Infantil da Filadélfia mas pertencia anteriormente ao Departamento de Psiquiatria da Universidade. O estudo foi projetado para ver se uma parceria entre pediatras e especialistas em autismo poderiam identificar crianças em risco na vida real, o quadro clínico e abragerem uma grande diversidade de raças e etnias. Em última análise, o estudo identificou 10 crianças com sinais precoces da PEA que ainda não haviam sido identificados.
"Houve uma pesquisa limitada de como a triagem pode ocorrer numa situação da vida real", disse Miller. "Nosso estudo demonstrou como a colaboração entre pediatras e especialistas em autismo facilita a seleção."
Ela e seus colegas de Universidade utilizaram dois questionários amplamente aceites para analisar 796 crianças entre 14 e 24 meses na Granger Pediatrics. Os questionários - um checklist de 23 itens para os pais chamados a Checklist Modificada para o Autismo em Crianças (M-CHAT), e os Infant Toddler Checklist (ITC), um visualizador de 24 itens de base ampla da linguagem e da comunicação - foram distribuídos durante uma período de seis meses em 2008. Eles foram preenchidos para cada criança pelos cuidadores (normalmente os pais) e pelos pediatras, durante todos os tipos de visitas de paciente – de acompanhamento, de seguimento, de doença e vacinação.
Miller e seus colegas avaliaram cada questionário e se quer o M-CHAT ou ITC indicaram que uma criança tinha sinais de PEA, os pesquisadores realizaram uma entrevista de seguimento no telefone para verificar as respostas dos pais. Se a entrevista de seguimento verificava sinais potenciais de autismo, a criança era avaliada pessoalmente.
Através da combinação do uso de ambos os testes de triagem para cada criança, Miller e seus colegas de Universidade identificaram 13 crianças com sinais precoces de PEA, dos quais 10 não haviam sido previamente avaliados para PEA. Nenhum questionário identificou todas as 10 crianças, e duas crianças foram inicialmente omitidas em ambos os questionários. Mas o acto de preenchimento dos questionários levou os pais a reconsiderar o desenvolvimento da criança, o que levou por fim a uma avaliação.
Em 2007, a Academia Americana de Pediatria (AAP) recomendou que todas as crianças devem ser rastreados para o autismo aos 18 e 24 meses de idade. "Este estudo confirma essas recomendações", diz o co-investigador Paulo Carbone, MD, que é membro da Subcomissão AAP Autismo e professor assistente de pediatria na Universidade de Utah. De acordo com Carbone, muitas crianças ainda não estão sendo rastreadas porque implementar a triagem de autismo nos consultórios de pediatria apresenta desafios. "É por isso que nós oferecemos uma parceria com pediatras para ajudar a resolver alguns desses desafios." diz.
O estudo não só mostrou que uma parceria entre especialistas em autismo e prestadores de saúde possam identificar crianças em risco mais cedo, mas também forneceu ajuda imediata para 10 crianças que podiam andar perdidas por vários anos. – perdendo assim o tempo da intervenção crítica " Foi ótimo para ajudar os pais a ver os pontos fortes de seus filhos, bem como áreas de interesse, e para tentar ajudá-los a aceder à intervenção antes que os sinais da PEA se agravassem." Disse Miller "Espero que isto conduza a um melhor resultado."
Fonte AQUI
domingo, 3 de abril de 2011
Dia Mundia da Consciencialização do Autismo
A Mensagem da AIA para este Dia na comunicação apresentada pela Presidente da Direcção, Ana Paula Leite, na conferência "Detecção, Diagnóstico e Intervenção Precoce no Autismo"
A 18 de Dezembro de 2007, a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu designar o dia 2 de Abril como o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo, a ser comemorado a partir do ano de 2008.
Estamos aqui reunidos para essa comemoração e o formato escolhido pela Direção da AIA para tal, foi realizar uma conferência sobre o tema “Detecção, diagnóstico e intervenção precoce no autismo” como forma de sensibilização para a dificuldade que existe nesta fase inicial de descoberta desta perturbação.
Não existem em Portugal dados sobre a idade média em que é detectada uma perturbação do espectro do autista (do Autismo clássico ao Asperger), nem tampouco a idade média do diagnóstico. É certo que deve ter início antes dos 3 anos de idade de forma à criança usufruir de uma efectiva e produtiva intervenção precoce.
Num estudo publicado pela revista Neurologia em 2005 (1), e acerca de um inquérito realizado a 641 famílias com filhos com perturbações autísticas em Espanha, a suspeita de que algo está mal na criança começa na família e em média por volta dos 22 meses. A primeira consulta demora mais 4 meses e um diagnóstico específico é feito aos 52 meses.
No mesmo artigo (1) é feita referência a um estudo americano de 2001 que apurou que os primeiros a suspeitar de um problema foram os familiares (60%), seguidos dos pediatras (10%) e dos serviços educativos (5%). Números similares aos encontrados em 2005 em Espanha.
Da análise ao Inquérito realizado em Espanha, resulta também que as primeiras suspeitas são relacionadas com alterações da comunicação: Ausência de linguagem oral, não responde quando chamado pelo nome – ou parece ter problemas auditivos – e não estabelece contacto ocular (olhos nos olhos). A estes comportamentos seguem-se os da relação social: falta de atenção, interesse ou curiosodade sobre o que se faz ou diz, relações pouco adequadas com outras crianças da mesma idade e birras injustificadas.
Quando os pais / familiares se preocupam, normalmente têm razão, o que não invalida que a falta de preocupação assegure a ausência de problemas. Por tal, torna-se necessário fazer um controlo do desenvolvimento da criança em determinadas etapas da sua vida, aplicando escalas de desenvolvimento.
As barreiras encontradas no estudo espanhol para um tardio reconhecimento do Autismo são:
a) No âmbito familiar
Os pais tem dificuldades em detectar os sintomas das alterações comunicativo sociais, quer se trate do primeiro filho ou não.
b) No âmbito da Saúde
Os pediatras e os demais profissionais que prestam cuidados primários, em geral carecem de informação e formação necessária, pelo que não reconhecem as alterações de comportamento. Além disto, com frequência tendem a pensar – erróneamente – que se trata de problemas leves e transitórios no desenvolvimento, e a recomendar aos pais para se esperar quando detectam problemas de linguagem.
Se a detecção do autismo é difícil, o diagnóstico também o é visto que não existem actualmente testes médicos ou análises ao sangue que o diagnostique. Os médicos baseiam o diagnóstico nos sintomas de comportamento e desenvolvimento.
Actualmente não existe cura para o autismo. No entanto, a investigação mostra que uma intervenção eficaz o mais cedo possível pode contribuir para melhorar bastante o desenvolvimento da criança. A intervenção precoce deve ser feita o mais cedo possível.
É muito importante as famílias estejam atentas aos sinais de alerta e discutam com o seu médico a sua suspeita de perturbações do desenvolvimento.
É muito importante que os clínicos ouçam as famílias e estejam atentos às suas preocupações e que façam uso das consultas de especialidade, como de um meio auxiliar de diagnóstico se tratasse, sem receios ou complexos de o seu trabalho estar a ser escrutinado por terceiros.
É muito importante que os educadores e professores saibam quais os sinais de alerta e apoiem as famílias direccionando-as para consultas especializadas.
É muito importante que os poderes públicos invistam na detecção, diagnóstico e terapias de intervenção, de forma a sê-lo o mais precoce possível, pois está comprovado que uma intervenção terapêutica precoce gera significativas melhorias na autonomia e interacção social da criança que certamente vai baixar os custos nos apoios necessários nas fases seguintes, escola, centros de actividades e residências.
Em nome da AIA agradeço a todos as pessoas presentes e espero que esta acção traga benefícios futuros para todos.
Obrigado.
(1) Pode aceder ao documento em AIA e escolher " o ficheiro "GBPDPEA - Guia de Boas Práticas na Detecção das PEA"
A 18 de Dezembro de 2007, a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu designar o dia 2 de Abril como o Dia Mundial da Consciencialização do Autismo, a ser comemorado a partir do ano de 2008.
Estamos aqui reunidos para essa comemoração e o formato escolhido pela Direção da AIA para tal, foi realizar uma conferência sobre o tema “Detecção, diagnóstico e intervenção precoce no autismo” como forma de sensibilização para a dificuldade que existe nesta fase inicial de descoberta desta perturbação.
Não existem em Portugal dados sobre a idade média em que é detectada uma perturbação do espectro do autista (do Autismo clássico ao Asperger), nem tampouco a idade média do diagnóstico. É certo que deve ter início antes dos 3 anos de idade de forma à criança usufruir de uma efectiva e produtiva intervenção precoce.
Num estudo publicado pela revista Neurologia em 2005 (1), e acerca de um inquérito realizado a 641 famílias com filhos com perturbações autísticas em Espanha, a suspeita de que algo está mal na criança começa na família e em média por volta dos 22 meses. A primeira consulta demora mais 4 meses e um diagnóstico específico é feito aos 52 meses.
No mesmo artigo (1) é feita referência a um estudo americano de 2001 que apurou que os primeiros a suspeitar de um problema foram os familiares (60%), seguidos dos pediatras (10%) e dos serviços educativos (5%). Números similares aos encontrados em 2005 em Espanha.
Da análise ao Inquérito realizado em Espanha, resulta também que as primeiras suspeitas são relacionadas com alterações da comunicação: Ausência de linguagem oral, não responde quando chamado pelo nome – ou parece ter problemas auditivos – e não estabelece contacto ocular (olhos nos olhos). A estes comportamentos seguem-se os da relação social: falta de atenção, interesse ou curiosodade sobre o que se faz ou diz, relações pouco adequadas com outras crianças da mesma idade e birras injustificadas.
Quando os pais / familiares se preocupam, normalmente têm razão, o que não invalida que a falta de preocupação assegure a ausência de problemas. Por tal, torna-se necessário fazer um controlo do desenvolvimento da criança em determinadas etapas da sua vida, aplicando escalas de desenvolvimento.
As barreiras encontradas no estudo espanhol para um tardio reconhecimento do Autismo são:
a) No âmbito familiar
Os pais tem dificuldades em detectar os sintomas das alterações comunicativo sociais, quer se trate do primeiro filho ou não.
b) No âmbito da Saúde
Os pediatras e os demais profissionais que prestam cuidados primários, em geral carecem de informação e formação necessária, pelo que não reconhecem as alterações de comportamento. Além disto, com frequência tendem a pensar – erróneamente – que se trata de problemas leves e transitórios no desenvolvimento, e a recomendar aos pais para se esperar quando detectam problemas de linguagem.
Se a detecção do autismo é difícil, o diagnóstico também o é visto que não existem actualmente testes médicos ou análises ao sangue que o diagnostique. Os médicos baseiam o diagnóstico nos sintomas de comportamento e desenvolvimento.
Actualmente não existe cura para o autismo. No entanto, a investigação mostra que uma intervenção eficaz o mais cedo possível pode contribuir para melhorar bastante o desenvolvimento da criança. A intervenção precoce deve ser feita o mais cedo possível.
É muito importante as famílias estejam atentas aos sinais de alerta e discutam com o seu médico a sua suspeita de perturbações do desenvolvimento.
É muito importante que os clínicos ouçam as famílias e estejam atentos às suas preocupações e que façam uso das consultas de especialidade, como de um meio auxiliar de diagnóstico se tratasse, sem receios ou complexos de o seu trabalho estar a ser escrutinado por terceiros.
É muito importante que os educadores e professores saibam quais os sinais de alerta e apoiem as famílias direccionando-as para consultas especializadas.
É muito importante que os poderes públicos invistam na detecção, diagnóstico e terapias de intervenção, de forma a sê-lo o mais precoce possível, pois está comprovado que uma intervenção terapêutica precoce gera significativas melhorias na autonomia e interacção social da criança que certamente vai baixar os custos nos apoios necessários nas fases seguintes, escola, centros de actividades e residências.
Em nome da AIA agradeço a todos as pessoas presentes e espero que esta acção traga benefícios futuros para todos.
Obrigado.
(1) Pode aceder ao documento em AIA e escolher " o ficheiro "GBPDPEA - Guia de Boas Práticas na Detecção das PEA"
sábado, 2 de abril de 2011
Dia Mundia da Consciêncialização do Autismo
No ãmbito do Dia Mundial da Consciêncialização do Autismo, a AIA apresentou hoje a conferência "Detecção, Diagnóstico e Intervenção Precoce no Autismo", à qual assistiram mais de 80 pessoas.
Na mesa de abertura estiveram a Dra. Palmira Maciel (Vereadora da Acção Social da Câmara Municipal de Braga), João Russel (Presidente da Junta de Freguesia de Palmeira), Dr. Luís Filipe (Director Adjunto do Centro Distrital de Braga do ISS, IP.) e Ana Paula Leite (Presidente da Direcção da AIA)
Entrando na conferência, Eduardo Ribeiro fez uma apresentação da AIA, a Dra Virgínia Rocha falou sobre a detecção e o diagnóstico nas perturbações do espectro autista, e a Dra Paula Carvalho abordou o tema da Intervenção Precoce.
Na mesa de abertura estiveram a Dra. Palmira Maciel (Vereadora da Acção Social da Câmara Municipal de Braga), João Russel (Presidente da Junta de Freguesia de Palmeira), Dr. Luís Filipe (Director Adjunto do Centro Distrital de Braga do ISS, IP.) e Ana Paula Leite (Presidente da Direcção da AIA)
Entrando na conferência, Eduardo Ribeiro fez uma apresentação da AIA, a Dra Virgínia Rocha falou sobre a detecção e o diagnóstico nas perturbações do espectro autista, e a Dra Paula Carvalho abordou o tema da Intervenção Precoce.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Brincar na Intervenção Precoce em Autismo e Melhorar Sintomas

A intervenção precoce em crianças com autismo, tão cedo como aos seis meses de idade, pode alterar a trajectória de desenvolvimento dos sintomas futuros da doença, de acordo com um projeto de pesquisa que está sendo liderada pela MIND Institute na University of California Davis Medical Center. Um recente estudo publicado na revista Pediatrics registou estudos aleatórios de terapia diária através de jogos e brincadeira para as crianças, que demonstraram uma melhora no QI, linguagem e habilidades sociais.
Os sintomas de autismo geralmente incluem a falta de contacto visual, ausência de sorriso, balbuciar mínimo e pouco interesse na interação social. Os jogos simples como esconde-esconde, o “Patty Cake” e outras atividades interativas podem ajudar a aumentar o desenvolvimento de uma criança autista e pode até mesmo prevenir os sintomas latentes do autismode evoluir. O New York Times cita David Mandell, diretor adjunto do Centro para Pesquisa de Autismo do Hospital Pediátrico de Filadélfia, dizendo "o que em última análise se pode estar fazendo [através da intervenção precoce] é impedir que uma determinada parcela de autismo emerga."
"A intervenção terapêutica precoce é a primeira coisa que os pais precisam de fazer logo que os primeiros sinais de autismo surgam", diz Britt Collins, do Centro de Reabilitação do Hospital Regional em Salem, Oregon e co-autora do livro Sensorial Parenting . "Os pais também têm que trabalhar a Intervenção Precoce em casa numa base diária de forma a que esta seja mais eficaz e que itensifique futuros impactos nos sinais ou sintomas."
Brincar é um meio vital para intervenções terapêuticas com crianças com autismo, como a terapia ocupacional e a terapia de linguagem, uma vez que os atrai para fora fornecendo.lhes um meio para a prática de habilidades recém-adquiridas com os colegas.
"As actividades que provocam a interacção - os risos, sorrisos e olhos brilhantes que nos dizem que a criança está ligado ao seu mundo - são actividades que permitem que a criança possa funcionar mais como uma criança, e menos como uma criança com autismo", diz Goldie E. Grossman, Ed.D, diretor da Equipe de Apoio Educacional na Yeshiva Hillel no oceano, NJ. "A intervenção deve ser divertida, alegre, e até apalhaçada."
Brinquedos e jogos de apoio à terapêutica de brincar. "Nós fundamos a Fun and Function para fornecer aos pais e terapeutas as melhores ferramentas de jogo para crianças com autismo e necessidades especiais. O progresso é dramático quando as crianças se divertem aprendendo a línguagem e habilidades sociais, desenvolvendo a percepção sensorial, e fortalecimento do movimento", diz Weiss Aviva, fundadora do Fun and Function e terapeuta ocupacional pediátrica. " A nossa paixão é ajudar cada criança a atingir o seu potencial, utilizando a brincadeira em cada estágio."
Fonte: Medical News Today
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Perturbações Espectro Autismo
domingo, 12 de dezembro de 2010
Intervenção Precoce direccionada em crianças com menos de 3 anos

Crianças com autismo mostram Melhoria de Habilidades Sociais Na sequência da intervenção direcionada
O foco nos déficits sociais fundamentais das perturbações do espectro autista (PEA) em programas de intervenção precoce originou melhorias sustentadas nas habilidades sociais e de comunicação, mesmo em crianças muito jovens que têm PEA, de acordo com um estudo financiado pelo National Institute of Mental Health (NIMH), parte do National Institutes of Health.
O estudo foi publicado on-line 08 de dezembro de 2010, no Journal of Child Psychology and Psychiatry.
Embora algumas pesquisas sugiram que as PEA possam ser diagnosticado mais cedo do que a idade média atual de três anos, poucas intervenções foram testados em crianças menores de 3 anos.
Durante o curso do desenvolvimento típico, as crianças aprendem a interagir com os outros de forma socialmente significativa. As medidas de comunicação social incluem:
• Início da atenção conjunta - de forma espontânea direcionando a atenção dos outros para algo de interesse, tais como, apontando ou segurando algo para mostrar para fins sociais e não para pedir ajuda
• Compartilhamento de Afectos - compartilhar emoções com outras pessoas através de expressões faciais emparelhado com contato visual
• Envolvimento na Imitação Social - imitando as ações dos“outros, enquanto mostrando as ligações sociais através do contato visual.
Déficits em tais medidas são sintomas indicativos de PEA e podem limitar severamente a capacidade da criança de participar e aprender a partir de interacções com outras pessoas ou com o mundo ao seu redor.
"Este novo relatório é animador, porque os efeitos sobre o comportamento social, parecem oferecer um arcabouço para o desenvolvimento de competências para além da definição de pesquisa", disse o Director do NIMH, o médico Thomas R. Insel."Precisamos de intervenções mais cedo para os déficits nucleares do autismo ".
Financiado através dos Rede de estudos para projectar a pesquisa e o tratamento do autismo (STAART), Rebecca Landa, do Instituto Kennedy Krieger, em Baltimore, e os seus colegas estudaram aleatoriamente 50 crianças, com idades entre 21-33 meses de idade a quem fora diagnosticados PEA, para uma de duas intervenções de seis meses: Sincronia Interpessoal (IS) ou Não Sincronia Interpessoal(Não-IS). Ambas as intervenções incluíam actividades em sala de aula orientadas por um prestador de intervenção treinado, e uma componente baseada em casa com a participação dos pais que receberam formação especializada e formação.
As intervenções foram projectadas para encorajar as crianças a fazer esforços frequentes e intencionais para envolver outras pessoas na comunicação ou lazer. A única diferença entre as intervenções foi a de que a IS grupo recebeu mais oportunidades de atenção conjunta, partilha de afectos, e envolvimento na imitação social. As crianças foram avaliados no início e no final da intervenção, e novamente seis meses depois.
Crianças de ambos os grupos tiveram melhorias nas habilidades sociais, cognitivas e de linguagem durante o período de intervenção de seis meses. Crianças que receberam IS tiveram um maior e mais rápidos ganhos do que aqueles no grupo de não-IS. Os pesquisadores também observaram que as crianças no grupo IS usavam as suas habilidades recém-adquiridas com diferentes pessoas, locais e tipo de actividade. Isso é notável, porque as crianças com Síndrome de Asperger têm dificuldade particular em fazê-lo. Eles tendem a usar as novas competências principalmente dentro de rotinas familiares e situações.
Aos seis meses de seguimento, as crianças do grupo IS mostraram melhorias na comunicação social, mas mais lento quando comparado à altura em que receberam intervenção, mas não perderam as habilidades adquiridas durante o período de intervenção. Em contraste, as crianças do grupo não-IS apresentaram reduzida capacidade de comunicação social no seguimento em relação ao seu desempenho durante o período de intervenção.
"Este é o primeiro estudo aleatório controlado para examinar uma intervenção centrada no núcleo dos déficites sociais das crianças com PEA, e os primeiros a mostrar ganhos nestes déficites decorrentes da intervenção", disse Landa. "Apesar de preliminares,os nossos resultados fornecem evidências promissoras de que um currículo complementar pode ajudar a melhorar as habilidades sociais e de comunicação em crianças menores de 3 anos que tem autismo."
Os investigadores receberam o financiamento do estudo adicional de recursos de saúde e administração dos serviços.
Fonte: Science Daily
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Perturbações Espectro Autismo
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Terapia Precoce e Autismo

Três anos se passaram desde que Diego recebeu o diagnóstico de autismo, aos 2 anos de idade.
Desde então, sua mãe Carmen Aguilar já fez incontáveis contribuições para as pesquisas sobre a síndrome.
Ela doou todos os tipos de amostras biológicas e concordou em manter um diário de tudo o que come, inala ou esfrega na pele.
Uma equipe de pesquisadores presenciou o nascimento de seu segundo filho, Emilio.
A placenta, algumas amostras de tecido da mãe e as primeiras fezes do bebê foram colocados em um recipiente e entregues para serem analisados.
Atualmente, a família participa de outro estudo: uma iniciativa de vários cientistas norte-americanos que buscam identificar sinais de autismo em crianças a partir dos 6 meses (até hoje, a síndrome não pode ser diagnosticada de forma confiável antes dos 2 anos de idade).
No Instituto MIND , no Davis Medical Center da Universidade da Califórnia, os cientistas estão observando bebês como Emilio em um esforço pioneiro para determinar se eles podem se beneficiar de tratamentos específicos.
Assim, quando Emilio mostrou sinais de risco de autismo na sua avaliação de 6 meses - não fazia contato visual, não sorria para as pessoas, não balbuciava, mostrava interesse incomum por objetos - seus pais aceitaram de imediato o convite para que ele participasse de um programa de tratamento chamado "Infant Start".
O tratamento consiste de uma terapia diária, chamada "Early Start Denver Model" (ESDM), baseada em jogos e brincadeiras.
Testes aleatórios têm demonstrado que a técnica melhora significativamente o QI, a linguagem e a sociabilidade em crianças com autismo.
Além disso, os pesquisadores dizem que quanto antes tiver início o tratamento, maior será potencial de sucesso.
"No fundo, o que podemos fazer é evitar que uma certa proporção de autismo ocorra," explica David Mandell, diretor adjunto do Centro de Pesquisas de Autismo do Hospital Pediátrico da Filadélfia.
"Eu não estou dizendo que estas crianças estão sendo curadas, mas podemos estar alterando suas trajetórias de desenvolvimento ao intervir precocemente, para que elas nunca sigam o caminho que leve à síndrome.
É impossível conseguir isso se ficarmos esperando o completo surgimento da doença." Sally Rogers, a cientista do Instituto MIND que acompanha a família Aguilar, conta que já enfrentou muitos desafios na adaptação da terapia de crianças de mais de um ano para os bebês.
Mesmo os bebês com desenvolvimento normal para a idade ainda não podem falar ou gesticular, muito menos fingir.
Em vez disso, Rogers pede que os pais prestem atenção no balbuciar e nas interações sociais simples que ocorrem durante as rotinas normais de alimentar, vestir, dar banho e trocar o bebê.
Durante a primeira sessão com Emilio, de 7 meses, Sally demonstrou aos pais Carmen e Saul jogos de esconde-esconde, cócegas e outras brincadeiras de interação com pessoas.
Ela falou sobre as 12 semanas seguintes e como eles fariam para que Emilio trocasse sorrisos, atendesse pelo nome e balbuciasse, começando com uma única sílaba ("ma"), depois passando para duas ("gaga") e mais adiante para combinações mais complexas ("maga").
"A maioria dos bebês vem ao mundo com uma espécie de ímã embutido que atrai as pessoas", explica Sally.
"Uma coisa que sabemos sobre o autismo é que ele enfraquece esse ímã.
Não é que não se interessem, mas eles têm um pouco menos de atração pelas pessoas.
Então, como podemos aumentar nosso apelo magnético para chamar sua atenção? " A lição número um foi o contato visual.
Sally pediu que os pais se revezassem para brincar com Emilio, incentivando-os a ficar cara a cara com o bebê e permanecer na sua linha de visão.
Carmen Aguilar inclinou-se sobre o cobertor azul e sacudiu um brinquedo.
"Emilio? Onde está o Emilio? Do outro lado do espelho de duas faces, um pesquisador acompanhava a sessão e um assistente monitorava três câmeras de vídeo na sala.
Sally Ozonoff, que foi a primeira a escolher Emilio para o estudo, parou para observar.
"Ele está olhando apenas para o objeto, embora o rosto de sua mãe esteja a oito centímetros de distância", disse ela.
"Ele tem um rosto muito sóbrio e tranquilo".
Saul Aguilar foi o próximo a tentar.
Ele colocou Emilio em uma cadeira vermelha feita de um saco de sementes e dobrou os lados sobre o bebê.
"Chuá, chuá, chuá!", fez Saul.
Nenhuma resposta.
Ele levantou Emilio para cima de sua cabeça e imitou um avião.
Emilio olhou para o teto.
Então Saul colocou o bebê de volta na cadeira e pegou um lobo de pelúcia.
Pôs o lobo sobre a cabeça e deixou-o cair em suas mãos.
"Pschooo! Uuooó! Finalmente, Emilio olhou.
"Isso foi ótimo", disse Sally Rogers ao pai do bebê.
"Você colocou o brinquedo sobre a cabeça e ele foi atraído para o seu rosto.
Você usou o brinquedo para melhorar a interação social.
Ao trazê-lo até o seu rosto, Emilio percebe você." Embora as causas do autismo ainda sejam um mistério, os cientistas concordam que existe algum fator genético ou biológico envolvido.
Tratamentos experimentais como o "Infant Start" visam abordar o ambiente social em que o bebê vive, para descobrir se as mudanças em casa podem alterar o desenvolvimento biológico da doença.
"As experiências formam os cérebros dos bebês de uma maneira muito física", explica Sally.
"As experiências determinam as sinapses; algumas são construídas e outras são dissolvidas." Na teoria, se um bebê prefere objetos em vez de rostos, uma "cascata de desenvolvimento" pode começar: os circuitos cerebrais que nasceram para a leitura facial são usados para outro fim, como o processamento da luz ou de objetos.
Assim, os bebês perdem a capacidade de entender os sinais emocionais transmitidos pela observação de expressões faciais.
Quanto mais tempo o cérebro de um bebê seguir este curso de desenvolvimento, mais difícil torna-se a intervenção.
Entretanto, o esforço de frear o autismo através de intervenções antecipadas apresenta um problema científico.
Como não existe um diagnóstico formal de autismo antes dos 2 anos, é impossível distinguir entre os bebês que são ajudados pela intervenção e os que jamais teriam desenvolvido autismo.
Os pesquisadores precisam obter uma série de avanços com bebês como Emilio antes de fazer um estudo aleatório, comparando os bebês que recebem o tratamento com aqueles que não o recebem.
Os pais de Emilio estão felizes por seu filho participar da primeira fase do programa piloto.
Eles viram o filho mais velho, Diego, progredir tanto na terapia comportamental entre as idades de 3 e 5, que ficam muito esperançosos com o que poderá acontecer com o mais novo.
Saul Aguilar largou o emprego em uma empresa de telecomunicações para cuidar de Emilio e trabalhar em seus objetivos todos os dias.
Carmen Aguilar havia deixado seu emprego de assistente social quando o primeiro filho recebeu o diagnóstico.
Mas os planos para o futuro tiveram que ser revistos depois da avaliação de 6 meses de Emílio.
"Eu sou a primeira pessoa da minha família a ir para a universidade," diz Carmen Aguilar.
"Meu pensamento foi: 'agora já preparei o futuro de meu filho." Mas, depois de saber que Emilio também pode ter autismo, ela diz que "você para de olhar para tão longe no futuro; somos forçados a pensar um dia de cada vez." © 2010 New York Times News Service Tradução: Claudia Lindenmeyer
Notícia aqui
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Conversando para pais com filhos pequenos

Um artigo da Haydée Freire Jacques, mãe de um autista de 19 anos, dirigido aos pais que têm filhos pequenos.
Leia aqui
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Perturbações Espectro Autismo
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Base Estrutural para as Perturbações do Autismo

"O autismo é uma deficiência única do desenvolvimento", afirma Jeffrey Hutsler, professor assistente de psicologia na Universidade do Nevada, Reno, que completou recentemente um estudo de seis anos sobre o tecido cerebral que, pela primeira vez, forneceram provas físicas do excesso de ligações de curto alcance na ligação da camada externa do córtex do cérebro dos pacientes com perturbações do autismo.
"Isso cria uma grande quantidade de ruído no cérebro, por assim dizer", explicou. "Existia uma maior densidade das ligações sinápticas, cerca de 20 por cento." Apesar deste excesso de ligações sinápticas ter sido a hipótese, Hutsler é o primeiro a analisar amostras de tecido pós-morte e a fazer prova física da condição.
A sua pesquisa foi publicada recentemente na revista Brain Research. Ele afirma que o seu estudo vai de encontro aos tipos de tratamentos que a Universidade está oferecendo no seu Programa de Autismo Infantil, através da intervenção precoce com terapias comportamentais. "Este é a camada do córtex que é uma das últimas a desenvolver-se, e muitas dessas ligações são refinadas após o nascimento até aproximadamente 4 anos de idade", explicou Hutsler. "Como se interage com o ambiente, pode-se esculpi-lo." As pessoas com autismo estão normalmente separadas do seu ambiente. Hutsler disse que a sua interacção com o ambiente, ou a falta dele, pode interferir com o processo de esculpir. A intervenção precoce, como terapia comportamental, durante os anos pré-escolares pode ser capaz de ajudar a esculpir ou extrair o processo.
Trabalhando principalmente com crianças entre os 2 e cinco anos de idade,os tutores da Universidade no programa de intervenção precoce dispendem um mínimo de 30 horas por semana, um para um com cada criança, pelo menos durente dois anos. Os professores, graduandos e graduandos que estão sob supervisão do corpo docente, usam a análise aplicada do comportamento (ABA), empregando técnicas de reforço positivo que fortaleçam uma adequada interacção e comportamento, bem como diminuir o comportamento inadequado. O programa é muito eficaz, com praticamente todos os participantes a mostrar uma melhora, e cerca de 50 por cento mostram a recuperação total da doença, o que significa que são indistinguíveis dos seus colegas quando eles entram na escola primária, de acordo com o diretor do programa, Patrick Ghezzi. Na verdade, Ghezzi foi convidado a falar sobre os métodos e os UNR Early Childhood Autism programa em todo o mundo e ajudou a iniciar outros programas modelado após Nevada em países como a Jordânia, Arábia Saudita, Alemanha e Portugal. O programa de doutoramento da Universidade em "Análise do Comportamento" é um de um punhado de tais programas credenciados no país. Victoria Follette, presidente do departamento de psicologia da Universidade, diz que investigação como a de Hutsler é a que tem maior ênfase no seu departamento de pesquisa em neurociência. "A investigação nestas áreas é fundamental para fornecer a base científica para a compreensão desta perturbação e tem implicações, tanto locais como internacionais, no tratamento do autismo", afirma.
Trabalhando principalmente com crianças entre os 2 e cinco anos de idade,os tutores da Universidade no programa de intervenção precoce dispendem um mínimo de 30 horas por semana, um para um com cada criança, pelo menos durente dois anos. Os professores, graduandos e graduandos que estão sob supervisão do corpo docente, usam a análise aplicada do comportamento (ABA), empregando técnicas de reforço positivo que fortaleçam uma adequada interacção e comportamento, bem como diminuir o comportamento inadequado. O programa é muito eficaz, com praticamente todos os participantes a mostrar uma melhora, e cerca de 50 por cento mostram a recuperação total da doença, o que significa que são indistinguíveis dos seus colegas quando eles entram na escola primária, de acordo com o diretor do programa, Patrick Ghezzi. Na verdade, Ghezzi foi convidado a falar sobre os métodos e os UNR Early Childhood Autism programa em todo o mundo e ajudou a iniciar outros programas modelado após Nevada em países como a Jordânia, Arábia Saudita, Alemanha e Portugal. O programa de doutoramento da Universidade em "Análise do Comportamento" é um de um punhado de tais programas credenciados no país. Victoria Follette, presidente do departamento de psicologia da Universidade, diz que investigação como a de Hutsler é a que tem maior ênfase no seu departamento de pesquisa em neurociência. "A investigação nestas áreas é fundamental para fornecer a base científica para a compreensão desta perturbação e tem implicações, tanto locais como internacionais, no tratamento do autismo", afirma.
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sábado, 19 de junho de 2010
Intervenção Precoce é a resposta ao Autismo
O “Autism Workforce Initiative” é um projecto piloto criado por especialistas do Centro de Ciências da Saúde da Universidade de Oklahoma (Estados Unidos), e tem por objectivo a detecçao precoce do autismo bem como uma intervenção intensiva baseado num programa denominado “Early Foundations”.
O programa visa responder às necessidades da criança, da família e dos médicos. Por tal tem componentes tais como um programa de formação para médicos e um programa de intervenção precoce para crianças com suspeita de perturbações do espectro autista. Este último é composto por 17 horas semanais de terapia com ajuda em actividades de brincar em grupo, aprendizagem intensiva com técnicas comportamentais, visitas semanais a casa e uma vez por mês uma noite de trabalho com os pais.
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O programa visa responder às necessidades da criança, da família e dos médicos. Por tal tem componentes tais como um programa de formação para médicos e um programa de intervenção precoce para crianças com suspeita de perturbações do espectro autista. Este último é composto por 17 horas semanais de terapia com ajuda em actividades de brincar em grupo, aprendizagem intensiva com técnicas comportamentais, visitas semanais a casa e uma vez por mês uma noite de trabalho com os pais.
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terça-feira, 8 de junho de 2010
Dra. Temple Grandin distinguida.

A Dra. Temple Grandin foi distinguida num jantar de angariação de fundos da “Mosaic School”, que é uma escola privada que atende crianças com autismo dos 5 aos 21 anos.
Nesse jantar a Dra Grandin partilhou a sua história e transmitiu aos presentes (muitos deles familiares de pessoas com autismo) a importância da intervenção precoce. “Tempo e qualidade são as chaves. Há necessidade de, numa base regular, ter tempo suficiente de trabalho de um-para-um com um bom profissional de forma a que a criança alcance o seu potencial e trabalhe as suas áreas fortes.”
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domingo, 13 de abril de 2008
Ivar Lovaas

Saiba mais sobre o Dr. Lovaas e a sua metodologia de intervenção no autismo em http://www.lovaas.com/
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terça-feira, 16 de outubro de 2007
Terapias
O núcleo já dispõe de uma equipa formada por 1 psicóloga, 2 terapeutas da fala e 1 terapeuta ocupacional para começar a apoiar as crianças e jovens com perturbações do espectro autista.
Para mais informações diriga-se à sede do núcleo ou envie-nos um email.
Fiquem bem.
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